Sempre ouvi dizer
Que olhos verdes são traição,
No entanto os teus olhos de lince
São na minha vida eterna perdição.
Eterna perdição de loucura
De paixão e prazer
Entre palavras fugazes
Entre a morte e o viver
Sê o licor da minha vida
O líquido do meu prazer
Sendo eu a tua morte
E eternidade no teu ser
08 de Abril de 2007 @ Visage
domingo, abril 08, 2007
quarta-feira, março 28, 2007
Será que são 30?
Hoje faço 30 anos.
Não vou escrever muito, mas vou partilhar esta página convosco: http://www.releituras.com/arsant_30anos.asp
Será que já fiz 30 anos?
Não sei, quem melhor que vocês para me responderem a isso.
Beijos e outros para todos
PS: OhhhBrigadinho! :)
Não vou escrever muito, mas vou partilhar esta página convosco: http://www.releituras.com/arsant_30anos.asp
Será que já fiz 30 anos?
Não sei, quem melhor que vocês para me responderem a isso.
Beijos e outros para todos
PS: OhhhBrigadinho! :)
domingo, fevereiro 25, 2007
Dar e receber
E se eu um dia te desse
Do jardim uma flor
Tu dirias minha rosa
Que isso era Amor
Se um dia eu te desse
Um simples beijo
Tu dirias que eu
Estava louco de desejo
Se um dia eu te desse
Um sentido carinho
Tu dirias que eu
Era maluquinho
Mas se eu um dia
Não te desse nada
Ficarias de boca aberta
Sem palavras e despedaçada
25/02/2007 @ Turismo
Do jardim uma flor
Tu dirias minha rosa
Que isso era Amor
Se um dia eu te desse
Um simples beijo
Tu dirias que eu
Estava louco de desejo
Se um dia eu te desse
Um sentido carinho
Tu dirias que eu
Era maluquinho
Mas se eu um dia
Não te desse nada
Ficarias de boca aberta
Sem palavras e despedaçada
25/02/2007 @ Turismo
sábado, fevereiro 24, 2007
Um momento de solidão
Por vezes dou por mim
Estranhamente sozinho
Sem ninguém com quem falar
Discutir ou partilhar um carinho
A solidão só por si, mete medo
E completamente assustadora
Capaz de se tornar dona de nós
De ser esfomeada e devoradora
Porem em certos momentos
É a nossa melhor companheira
Dando-nos abrigo e calor
Tornando-se na melhor conselheira
Este é um desses momentos
Estou só e apenas com ela
Falo com e ouço-a atentamente
Sendo este poema as palavras dela
A solidão não me assusta
Assusta-me mais a falta de carinho
Pois quando estou só com a solidão
Na verdade nunca estou sozinho
24/02/2007 @ Royal
Estranhamente sozinho
Sem ninguém com quem falar
Discutir ou partilhar um carinho
A solidão só por si, mete medo
E completamente assustadora
Capaz de se tornar dona de nós
De ser esfomeada e devoradora
Porem em certos momentos
É a nossa melhor companheira
Dando-nos abrigo e calor
Tornando-se na melhor conselheira
Este é um desses momentos
Estou só e apenas com ela
Falo com e ouço-a atentamente
Sendo este poema as palavras dela
A solidão não me assusta
Assusta-me mais a falta de carinho
Pois quando estou só com a solidão
Na verdade nunca estou sozinho
24/02/2007 @ Royal
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
Amizade
Mas afinal o que é
Aquilo que chamamos amizade?
Será que é um abraço?
Um carinho? Ou apenas felicidade?
Ser amigo tem de ser muito mais
Tem de ser muito mais nobre
Só assim é possível
Ser amigo do rico e do pobre
Ser amigo é estar presente
Mas com toda a nossa sabedoria
Saber estar ausente
E não oferecer companhia
Ser amigo não é ter ciúmes
É deixar o outro voar
Mas estar sempre atento
Não vá ele se despenhar
Ser amigo é dar,
Sem nunca esperar receber
Ter sem nunca ter tido
Mostrar sem querer ver
Ser amigo é pedir para chorares
Para partilhares ou sorrires.
É dizer no fim de tudo
“Obrigado por existires”.
Para a Bete
Aquilo que chamamos amizade?
Será que é um abraço?
Um carinho? Ou apenas felicidade?
Ser amigo tem de ser muito mais
Tem de ser muito mais nobre
Só assim é possível
Ser amigo do rico e do pobre
Ser amigo é estar presente
Mas com toda a nossa sabedoria
Saber estar ausente
E não oferecer companhia
Ser amigo não é ter ciúmes
É deixar o outro voar
Mas estar sempre atento
Não vá ele se despenhar
Ser amigo é dar,
Sem nunca esperar receber
Ter sem nunca ter tido
Mostrar sem querer ver
Ser amigo é pedir para chorares
Para partilhares ou sorrires.
É dizer no fim de tudo
“Obrigado por existires”.
Para a Bete
sexta-feira, dezembro 22, 2006
Os votos do costume
Todos os anos pelo Natal
Lá se repte o ritual
Liga-se a amigos distantes
Fala-se até com emigrantes
Há música na avenida
E gente meio perdida
Compram-se presentes
Relembram-se os ausentes
Faz-se embrulhos coloridos
Para as esposas e maridos
Brinquedos para os filhotes
Bicicletas para os pequenotes
Lembram-se os necessitados
Acode-se os carenciados
Pedimos Paz e Alegria
Vemos o mundo com magia
Lembramo-nos do Nicolau
Comemos bacalhau
Comemos a aletria
E fazemos a folia
Este ano não é diferente
E por isso minha gente
A todos um Bom Natal
Alegria e coisa e tal
Um 2007 enorme
Que tudo se realize e transforme
Tudo isto é para você
E são os votos do AC
Lá se repte o ritual
Liga-se a amigos distantes
Fala-se até com emigrantes
Há música na avenida
E gente meio perdida
Compram-se presentes
Relembram-se os ausentes
Faz-se embrulhos coloridos
Para as esposas e maridos
Brinquedos para os filhotes
Bicicletas para os pequenotes
Lembram-se os necessitados
Acode-se os carenciados
Pedimos Paz e Alegria
Vemos o mundo com magia
Lembramo-nos do Nicolau
Comemos bacalhau
Comemos a aletria
E fazemos a folia
Este ano não é diferente
E por isso minha gente
A todos um Bom Natal
Alegria e coisa e tal
Um 2007 enorme
Que tudo se realize e transforme
Tudo isto é para você
E são os votos do AC
quarta-feira, dezembro 20, 2006
Saudades
Ou será um sentimento normal que nos deixa estúpidos?
Por hoje é só…
terça-feira, dezembro 12, 2006
Soluções
Por vezes procuramos a solução para um determinado problema longe do nosso âmbito de acção. Achamos que aquilo que faz parte do nosso mundo nunca nos há-de ajudar a resolver seja o que for – o velho ditado: “Santos da casa, não fazem milagres”.
De repente, e só porque nos deixamos levar pela emoções de um momento, vemo-nos com parte da solução, ou até mesmo toda a solução nas nossas mãos, e pensamos: mas isto, ou esta pessoa, no fundo, esta solução, sempre esteve aqui, sempre me procurou ajudar, sempre esteve de dedo levantado quando nós perguntávamos a nós próprios, em voz alta, mas sem fazer ruído: "Quem me quer ajudar que levante o dedo no ar?".
Depois fazemos um pouco de flashback e lembramo-nos de vários pequenos detalhes, ou até daquele daquele grande auxílio, mas que não demos importância e pensamos apenas que era a sua obrigação e nunca porque era um sinal de alguma coisa.
Posso partilhar com vocês que, sem fazer muito por isso, descobri uma grande fonte de água benta que me tem ajudado a curar as muitas feridas de guerra. A ti, obrigado, e para ti estas palavras:
Posso continuar a ser pequeno
Por muito que me transforme
Mas junto de ti, não sou grande
Junto de ti… eu sou Enorme
:)
De repente, e só porque nos deixamos levar pela emoções de um momento, vemo-nos com parte da solução, ou até mesmo toda a solução nas nossas mãos, e pensamos: mas isto, ou esta pessoa, no fundo, esta solução, sempre esteve aqui, sempre me procurou ajudar, sempre esteve de dedo levantado quando nós perguntávamos a nós próprios, em voz alta, mas sem fazer ruído: "Quem me quer ajudar que levante o dedo no ar?".
Depois fazemos um pouco de flashback e lembramo-nos de vários pequenos detalhes, ou até daquele daquele grande auxílio, mas que não demos importância e pensamos apenas que era a sua obrigação e nunca porque era um sinal de alguma coisa.
Posso partilhar com vocês que, sem fazer muito por isso, descobri uma grande fonte de água benta que me tem ajudado a curar as muitas feridas de guerra. A ti, obrigado, e para ti estas palavras:
Posso continuar a ser pequeno
Por muito que me transforme
Mas junto de ti, não sou grande
Junto de ti… eu sou Enorme
:)
sábado, dezembro 02, 2006
Baú dos Sonhos
Abri o baú dos sonhos
E comecei a vasculhar...
Não sabia o que procurava
Muito menos o que ia encontrar
Encontrei brinquedos perdidos
Livros nunca antes lidos
Lembranças roubadas
E esperanças quebradas
Sorrisos escondidos
Lágrimas não choradas
Amigos desconhecidos
E contos de fadas
E foi ai que parei
De procurar o desconhecido...
No conto, tu eras a musa
De um duende atrevido
Adormeci nesse sonho
Sem querer dele acordar
Pois a musa não para
Do duende encantar
Para a Sayonara e para o seu blog :)
http://fadas-de-sayonara.blogspot.com/
Continua a escrever
E comecei a vasculhar...
Não sabia o que procurava
Muito menos o que ia encontrar
Encontrei brinquedos perdidos
Livros nunca antes lidos
Lembranças roubadas
E esperanças quebradas
Sorrisos escondidos
Lágrimas não choradas
Amigos desconhecidos
E contos de fadas
E foi ai que parei
De procurar o desconhecido...
No conto, tu eras a musa
De um duende atrevido
Adormeci nesse sonho
Sem querer dele acordar
Pois a musa não para
Do duende encantar
Para a Sayonara e para o seu blog :)
http://fadas-de-sayonara.blogspot.com/
Continua a escrever
sexta-feira, novembro 10, 2006
Necrologia
É com grande júbilo que informo que o xpto se suicidou.
Sua família, amigos e conhecidos festejam com grandes bacanais distribuídos por todo o mundo.
A partir deste momento tomarei eu conta do blog. Legado pesado este deixado pelo xpto.
Bem, festejai, cantai, sorri e sejam felizes.
Como diria o Mário:
Quando eu morrer batam em latas,
Rompam aos saltos e aos pinotes,
Façam estalar no ar chicotes,
Chamem palhaços e acrobatas!
Que o meu caixão vá sobre um burro
Ajaezado à andaluza...
A um morto nada se recusa,
Eu quero por força ir de burro.
AC
Sua família, amigos e conhecidos festejam com grandes bacanais distribuídos por todo o mundo.
A partir deste momento tomarei eu conta do blog. Legado pesado este deixado pelo xpto.
Bem, festejai, cantai, sorri e sejam felizes.
Como diria o Mário:
Quando eu morrer batam em latas,
Rompam aos saltos e aos pinotes,
Façam estalar no ar chicotes,
Chamem palhaços e acrobatas!
Que o meu caixão vá sobre um burro
Ajaezado à andaluza...
A um morto nada se recusa,
Eu quero por força ir de burro.
AC
quarta-feira, novembro 08, 2006
Pedaços
procuro em mim
pedaços de ti
bocados de um sonho
que um dia vivi
procuro em ti
pedaços de mim
de tudo que te dei
do início ao fim
procuro os pedaços
que me roubaste um dia
e encontro os bocados
que me deste sem alegria
palavras e gestos soltos
que me deste sem querer
que alimentaram a paixão
e agora fazem sofrer
sofrer por a pouco saber
... Triste estou
por querer mais
e nao haver para onde vou
Depois de escrever este poema, tomei uma decisão. Saí do comboio parado, e mudei de linha... Não havia outro comboio nessa linha, então decidi caminhar a pé, sozinho na noite sem medo de me perder... quem sabe não me perca mesmo e vá dar à terra dos comboios mágicos, que voam e acima de tudo que nos fazem voar... não deve existir essa terra, mas a esperança e a força de vontade não me devem deixar ficar mal...
2006-11-07 @ LX -> Porto
pedaços de ti
bocados de um sonho
que um dia vivi
procuro em ti
pedaços de mim
de tudo que te dei
do início ao fim
procuro os pedaços
que me roubaste um dia
e encontro os bocados
que me deste sem alegria
palavras e gestos soltos
que me deste sem querer
que alimentaram a paixão
e agora fazem sofrer
sofrer por a pouco saber
... Triste estou
por querer mais
e nao haver para onde vou
Depois de escrever este poema, tomei uma decisão. Saí do comboio parado, e mudei de linha... Não havia outro comboio nessa linha, então decidi caminhar a pé, sozinho na noite sem medo de me perder... quem sabe não me perca mesmo e vá dar à terra dos comboios mágicos, que voam e acima de tudo que nos fazem voar... não deve existir essa terra, mas a esperança e a força de vontade não me devem deixar ficar mal...
2006-11-07 @ LX -> Porto
Desilusão
Pois é, a vida e mesmo assim. De um momento para o outro viajamos do céu ao inferno em menos de um nada. Olhamos para o lado e nem no espelho nos vemos, ou pior ainda, nem o espelho vemos. Olhamos para trás e sentimos que nada que fizemos fez sentido. Não ganhamos nada excepto mais uns dias de vida vividos sem sentido, Mais umas horas de sono perdidas, mais umas horas de solidão. Olhamos para a frente e nada vemos ou nada queremos ver.
Pior mesmo é sentir que seguimos o caminho certo e que nem pedras encontramos para fazer um castelo, nem armas perdemos para sermos mais penetráveis. Sinto-me um poeta sem poemas, um pintor sem tintas, um cantor sem voz, um coração sem amor.
Não existe paixão
Amor ou amizade
Que lhe resista
Não existe força
Nem que tudo
Se invista
A vida tem mais valor
E merece muito mais
Nunca podemos fazer
Demais pelos... Demais
Uma desilusão é
Perder valores e princípios
Construir fins
Destruir inícios
Perder esperança
Sorriso e paixão
Ter esperado ficar de pé
E acabar caído no chão
2006-11-07 @ LX -> Porto
Pior mesmo é sentir que seguimos o caminho certo e que nem pedras encontramos para fazer um castelo, nem armas perdemos para sermos mais penetráveis. Sinto-me um poeta sem poemas, um pintor sem tintas, um cantor sem voz, um coração sem amor.
Não existe paixão
Amor ou amizade
Que lhe resista
Não existe força
Nem que tudo
Se invista
A vida tem mais valor
E merece muito mais
Nunca podemos fazer
Demais pelos... Demais
Uma desilusão é
Perder valores e princípios
Construir fins
Destruir inícios
Perder esperança
Sorriso e paixão
Ter esperado ficar de pé
E acabar caído no chão
2006-11-07 @ LX -> Porto
segunda-feira, novembro 06, 2006
Fim de linha
Devido ao mau tempo, a linha de comboio que leva este blog foi interrompida.
A protecção civil não sabe quando é que a mesma será aberta.
Por seu turno, o blog, não sabe se sai agora do comboio ou se espera que a linha seja reaberta.
A vontade é sair e mudar de linha, mas como não conheço a zona, não sei se existem linhas disponíveis e com actividade por perto.
Agradeço no entanto a este comboio por me ter trazido até aqui. Não me cobrou bilhete, mas acabou por levar caro a tentativa de utilização do serviço básico...
xpto (ou talvez não :( )
A protecção civil não sabe quando é que a mesma será aberta.
Por seu turno, o blog, não sabe se sai agora do comboio ou se espera que a linha seja reaberta.
A vontade é sair e mudar de linha, mas como não conheço a zona, não sei se existem linhas disponíveis e com actividade por perto.
Agradeço no entanto a este comboio por me ter trazido até aqui. Não me cobrou bilhete, mas acabou por levar caro a tentativa de utilização do serviço básico...
xpto (ou talvez não :( )
sexta-feira, novembro 03, 2006
Como preciso de ti
Tenho procurado de várias formas, por poemas, por telefone, por Messenger, dizer-lhe o quanto preciso dela, e não tenho obtido sucesso.
Ontem, em mais uma noite de cantoria amadora, descobri a música que descreve exactamente o que preciso e o que quero fazer.
Um dia De Domingo
Eu preciso te falar
Te encontrar de qualquer jeito
Pra sentar e conversar
Depois andar de encontro ao vento
Eu preciso respirar
O mesmo ar que te rodeia
E na pele quero ter
O mesmo sol que te bronzeia
Eu preciso te tocar
E outra vez te ver sorrindo
E voltar num sonho lindo
Já não dá mais pra viver
Um sentimento sem sentido
Eu preciso descobrir
A emoção de estar contigo
Ver o sol amanhecer
E ver a vida acontecer
Como um dia de domingo
Faz de conta que ainda é cedo
Tudo vai ficar por conta da emoção
Faz de conta que ainda é cedo
E deixar falar a voz do coração
Gal Costa
Eu sei que tinha prometido a mim mesmo, e a outras pessoas que me adoram :), que iria abandonar esta questão, que ia dar um passo em frente, nem mesmo que isso significasse cair de um precipício :), mas não consegui... sou um fraco, um velho apaixonado pela vida e fascinado por ti...
Ontem, em mais uma noite de cantoria amadora, descobri a música que descreve exactamente o que preciso e o que quero fazer.
Um dia De Domingo
Eu preciso te falar
Te encontrar de qualquer jeito
Pra sentar e conversar
Depois andar de encontro ao vento
Eu preciso respirar
O mesmo ar que te rodeia
E na pele quero ter
O mesmo sol que te bronzeia
Eu preciso te tocar
E outra vez te ver sorrindo
E voltar num sonho lindo
Já não dá mais pra viver
Um sentimento sem sentido
Eu preciso descobrir
A emoção de estar contigo
Ver o sol amanhecer
E ver a vida acontecer
Como um dia de domingo
Faz de conta que ainda é cedo
Tudo vai ficar por conta da emoção
Faz de conta que ainda é cedo
E deixar falar a voz do coração
Gal Costa
Eu sei que tinha prometido a mim mesmo, e a outras pessoas que me adoram :), que iria abandonar esta questão, que ia dar um passo em frente, nem mesmo que isso significasse cair de um precipício :), mas não consegui... sou um fraco, um velho apaixonado pela vida e fascinado por ti...
sábado, outubro 28, 2006
Royal
E porque o Jorginho hoje faz anos... aqui vai:
"Boa Noite! Tudo bem?
Ou tudo menos mal?"
É assim que começa
A aventura no Royal
Tudo que aqui se come
É um verdadeiro petisco
Desde do naco de carne
Até ao esparguete de marisco
Para os mais indecisos
E que não gostam de comer mal
Temos sempre pronto a sair
O famoso Bacalhau á Royal
Para sobremesa temos
Fruta, doce e mel
E sempre um sorriso
Do Fábio, da Natália, Marina, Alice
Fátima, Martinha ou da Isabel
Quem no final pedir
Um café e palitos
Fica logo a saber
Que de pessoas...
existem quatro tipos
No Royal tudo é perfeito
Nada tem maldade
Ele pára de peito e distribui
Paz, amor, alegria e felicidade
Quer se beba
Água, sumo ou vinho
Toda a gente sai a gostar
Do nosso querido Jorginho
Quer tenha fome ou não
Esteja bem ou muito mal
Venha cá buscar o seu sorriso
Afinal de contas...
Você está no Royal
Parabéns e aquele abraço.
2006-09-15 @ algures entre LX e Porto
"Boa Noite! Tudo bem?
Ou tudo menos mal?"
É assim que começa
A aventura no Royal
Tudo que aqui se come
É um verdadeiro petisco
Desde do naco de carne
Até ao esparguete de marisco
Para os mais indecisos
E que não gostam de comer mal
Temos sempre pronto a sair
O famoso Bacalhau á Royal
Para sobremesa temos
Fruta, doce e mel
E sempre um sorriso
Do Fábio, da Natália, Marina, Alice
Fátima, Martinha ou da Isabel
Quem no final pedir
Um café e palitos
Fica logo a saber
Que de pessoas...
existem quatro tipos
No Royal tudo é perfeito
Nada tem maldade
Ele pára de peito e distribui
Paz, amor, alegria e felicidade
Quer se beba
Água, sumo ou vinho
Toda a gente sai a gostar
Do nosso querido Jorginho
Quer tenha fome ou não
Esteja bem ou muito mal
Venha cá buscar o seu sorriso
Afinal de contas...
Você está no Royal
Parabéns e aquele abraço.
2006-09-15 @ algures entre LX e Porto
quarta-feira, outubro 25, 2006
Diário d’um Suicida na recepção ao caloiro do IPCA
Pois é, isto agora é só estreias.
Ontem na recepção ao caloiro do IPCA alguém, com a minha autorização leu um poema meu.
Sem dúvida um momento brilhante: a tuna de pano de fundo, o silêncio na sala era geral, e antes de entrar a tuna com uma serenata ouve-se o poema Serenata.
Pena foi não ter havido sal suficiente para temperar o meu coração.
Vai tuna!!!
Ontem na recepção ao caloiro do IPCA alguém, com a minha autorização leu um poema meu.
Sem dúvida um momento brilhante: a tuna de pano de fundo, o silêncio na sala era geral, e antes de entrar a tuna com uma serenata ouve-se o poema Serenata.
Pena foi não ter havido sal suficiente para temperar o meu coração.
Vai tuna!!!
quarta-feira, outubro 18, 2006
Diário d’um suicida na Prova Oral da Antena 3
Olá,
Hoje fiz a minha primeira Prova Oral.
Quer isto dizer, participei, mesmo eu, a pessoa que escreve neste blog, no programa “Prova Oral” da Antena 3. Era um programa sobre poemas, com a participação da Caixa Geral de Despojos.
Li o poema “Sozinho de Ti”, e segundo algumas fontes até nem correu muito mal... :)
Quem ouviu o que é que acha? Acham que passei na prova?
Nota: escrevo isto apenas no sábado.
Hoje fiz a minha primeira Prova Oral.
Quer isto dizer, participei, mesmo eu, a pessoa que escreve neste blog, no programa “Prova Oral” da Antena 3. Era um programa sobre poemas, com a participação da Caixa Geral de Despojos.
Li o poema “Sozinho de Ti”, e segundo algumas fontes até nem correu muito mal... :)
Quem ouviu o que é que acha? Acham que passei na prova?
Nota: escrevo isto apenas no sábado.
quinta-feira, outubro 12, 2006
Sozinho de ti
O ambiente está pesado
Ela olha para mim
Com olhos de quem quer
Começar tudo pelo fim
O jogo de toques e sorrisos
Preenchem os momentos vazios
Onde eu procuro e encontro
Onde ela me faz novos desafios
Sinto a pele dela na minha
O seu respirar no meu corpo
Sinto capaz de morrer ali
No meu leito, cheio de conforto
Os dedos cruzam-se mais uma vez
Sussurro-lhe palavras imperceptíveis
Oiço sons que pensei não existir
Sinto sentimentos insensíveis
Percorro o corpo dela com o olhar
Vejo o mais belo de todos os seres
Sinto-me fraco de ter tanta força
Capaz de receber todos os prazeres
Emociono-me de ter sentido a emoção
De nunca ter tido este carinho
Abro os olhos e procuro em redor
Não estás lá, estou só, sozinho
11 de Outubro de 2006 @ Algures entre Lx e Porto
Ela olha para mim
Com olhos de quem quer
Começar tudo pelo fim
O jogo de toques e sorrisos
Preenchem os momentos vazios
Onde eu procuro e encontro
Onde ela me faz novos desafios
Sinto a pele dela na minha
O seu respirar no meu corpo
Sinto capaz de morrer ali
No meu leito, cheio de conforto
Os dedos cruzam-se mais uma vez
Sussurro-lhe palavras imperceptíveis
Oiço sons que pensei não existir
Sinto sentimentos insensíveis
Percorro o corpo dela com o olhar
Vejo o mais belo de todos os seres
Sinto-me fraco de ter tanta força
Capaz de receber todos os prazeres
Emociono-me de ter sentido a emoção
De nunca ter tido este carinho
Abro os olhos e procuro em redor
Não estás lá, estou só, sozinho
11 de Outubro de 2006 @ Algures entre Lx e Porto
terça-feira, outubro 10, 2006
Explicação
Este poema foi retirado de um comentário de uma foto de Sal.
Sem dúvida lindo.
O autor, não anónimo, deu autorização para o colocar aqui, mas pediu o colocar como tal.
Beleza e Simplicidade,
Assim se poderia resumir
Esta foto, a tua expressão,
A tua forma única de sorrir
Mais palavras para quê?
Seria tentar atingir um nível
Onde se pretende atingir
O que é inatingível
Seriam apenas palavras soltas.
Apenas uma forma mais amável
De tentar explicar aquilo
Que de certa forma e inexplicável
Obrigado pelo contributo :)
Sem dúvida lindo.
O autor, não anónimo, deu autorização para o colocar aqui, mas pediu o colocar como tal.
Beleza e Simplicidade,
Assim se poderia resumir
Esta foto, a tua expressão,
A tua forma única de sorrir
Mais palavras para quê?
Seria tentar atingir um nível
Onde se pretende atingir
O que é inatingível
Seriam apenas palavras soltas.
Apenas uma forma mais amável
De tentar explicar aquilo
Que de certa forma e inexplicável
Obrigado pelo contributo :)
sexta-feira, setembro 29, 2006
CATS
Fabulástico, entusiasmástico… simplesmente inesquecível.
Na passada terça-feira fui ver o Musical CATS no Coliseu do Porto.
Tenho de vos dizer que é simplesmente fantástico. Se ainda não viram e se tiverem um dia a oportunidade de irem ver, percam amor aos Euros e vão. Tenho a certeza que irão adorar.
O CATS é repleto de energia, de grandes coreografias, de excelentes bailarinos e cantores, e de muito boa música.
E o que é que o CATS tem a haver com este diário, perguntam vocês?
Tudo, digo-vos eu.
Resumindo o CATS fala dos gatos Jellicle que se juntam uma vez por ano para escolher um gato que terá a oportunidade de ter uma nova vida.
Ou seja, tal como eu, também Grizabella precisava de renascer, de ter uma nova vida, e também ela teve direito a uma.
Aquele Abraço
xpto
Na passada terça-feira fui ver o Musical CATS no Coliseu do Porto.
Tenho de vos dizer que é simplesmente fantástico. Se ainda não viram e se tiverem um dia a oportunidade de irem ver, percam amor aos Euros e vão. Tenho a certeza que irão adorar.
O CATS é repleto de energia, de grandes coreografias, de excelentes bailarinos e cantores, e de muito boa música.
E o que é que o CATS tem a haver com este diário, perguntam vocês?
Tudo, digo-vos eu.
Resumindo o CATS fala dos gatos Jellicle que se juntam uma vez por ano para escolher um gato que terá a oportunidade de ter uma nova vida.
Ou seja, tal como eu, também Grizabella precisava de renascer, de ter uma nova vida, e também ela teve direito a uma.
Aquele Abraço
xpto
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